Categoria: Poema
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K1 Soltos poemas solos…

K1 Soltos poemas solos… Soltos poemas solos Vagos poemas Do crepúsculo Antanho esplendor Distantes dos enlevos lunares Dos saltos estelares Adormecido ardor Brumas do futuro Interlúdio Dos anos em flor [inacabado 03-11-23]
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K23 “Nunca fui a Granada”…

K23 Nunca fui a Granada Nunca fui a Granada Nunca fui a Samarcanda Cidade dos mil e um sonhos Mas vendi ratoeiras em Ksar el-Kebir Nunca rezei na mesquita de Bibi-Khanym Mas aspirei a fragrância das especiarias do Fondak Waller Nunca amei em Samarcanda Mas incendiei-me em Nova York por Beverly Radiantes rosas de Jalalabad…
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K18 Como revoada…

K18 Como revoada de andorinhas Na primavera Os girassóis alçam voo sob céu azul E sorri o Tempo Dos corações a tiracolo Tempo em flor da esperança Quando sonhar era crer Com candor Sem a Razão Com esplendor 20-11-23
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K20 Chamas…

K20 Chamas Chamas que me chamam Onde estais? No pináculo do desejo? Na sagração da carne? Nas cálidas profundezas úmidas de Afrodite? Nos altos do lingam incendiado? Certamente não nas espúrias tumbas da carne sufocada Nem na hipocrisia do não existir Nem em falsos altares de negociação comercial Nem em ideólogos cegos Nem na deturpação…
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K17 Tendo sido…

K17 Tendo sido Acabo não sendo Por que não seria O que me foi designado ser Pelo Silêncio Inelutável Tempo vencido 19-11-23
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Se o Cavaleiro Errante

Segunda Parte O Cavaleiro Errante assume sua… VI Superioridade 7 – Por que não assumirias tua superioridade Se não acreditas em deuses nem eternidade Por que não assumirias tua superioridade Se és essência de tua ética Por que não assumirias tua superioridade Se deixas o Amor guiar tua racionalidade Ah quão suprema é a elevação…
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Se o Cavaleiro Errante…

R.Roldan-Roldan Se o Cavaleiro Errante… (Primeira parte) O Cavaleiro Errante, que não sabe de onde vem nem de onde vai, avança… I Entre Exílios 2 – Como bala jamais retirada da carne Carrego o exílio Sem poder extirpá-lo Entre vida e existência Empurro a dicotomia De estar sem ser De ser sem estar O Cavaleiro…
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Demônios

Demônios Chegam com a noite meus demônios lúgubres lívidos esquálidos vestidos de solidão abafando com seus sussurros meus gritos pelos amores rasgados esvaecidos gastos ou desgarrados e prometendo para a próxima noitada o dilacerar do não pertencer atravessando o tempo do exílio e o estigma de estrangeiro 29-11-21
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Eternidade

Eternidade Onde estás Eternidade que não ouço teu palpitar? onde estás Eternidade cujo vácuo me atordoa antes de pensar? onde estás Eternidade drapeada de inexistência que nem o bálsamo do Silêncio e do Nada é capaz de aliviar minha vertigem? onde estás Eternidade que decompões minha existência entre mitos asteroides e perguntas sem me devolver…
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Sem Presente

Sem Presente O Tempo passa arrasa amansa ecoa e vagamos no deserto do passado sem a referência buscando o presente inexistente no caminho da diáspora permanente e no entanto houve um olhar na juventude com gosto de mel e cântico de jasmim que ousou crer ser 23/09/21